sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval, ofegante epidemia...




A festa mais profana do ano também pode nos deixar intrigados, ao longo dos anos o carnaval vem evoluindo, mas penso que a fase mais encantadora tenha sido a dos bailes. Creio que passava-se o ano inteiro esperando aqueles dias, a preparação das fantasias, e o questionar: será que irão querer tirar minha máscara? Será que vou querer que alguém tire?





Hoje não existem mais máscaras, pra falar a verdade praticamente não existem mais roupas. A exuberância fica por conta dos carros alegóricos que fazem até chover ou dos trios elétricos cada vez mais potentes e caros. Essa bagunça toda realmente não me sorri.



Saudosista eu? Até pode ser. Tenho saudade do que não vivi e prefiro nos meus dias o bloco do lençol movido a descanso. Quem sabe, dou sorte em reunir saudosistas e curiosos e montamos um baile com toda a exuberancia que o carnaval sugere.



Crisssss

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